sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Margarina, creme vegetal e manteiga... Parece igual, mas não é.

Muitos consumidores ainda têm dúvidas sobre a diferença entre manteiga, margarina e creme vegetal. E uma grande questão é saber qual é a melhor opção do ponto de vista da saúde. Primeiro, se dizia que margarina era mais saudável que manteiga. Depois, viram que as margarinas eram repletas de gordura trans, e a manteiga se tornou a melhor opção, apesar da alta quantidade de gordura saturada e colesterol. Agora, reduziram os teores de gordura trans nas margarinas, e elas voltam a ser uma boa opção. Mas temos, ainda, o creme vegetal, mais indicado para dietas já que possui menos gordura. Saiba mais sobre o perfil de gordura de cada um:
Margarina – Feita principalmente à base de gordura vegetal (a mais saudável), com um pouco de  gordura animal (até 3%). As com maiores teores de gordura são mais indicadas para uso culinário.
Creme vegetal – Feito apenas com gorduras vegetais, tem o teor de lipídios menor quando comparado à maioria das margarinas. Se você quer emagrecer ou simplesmente precisa reduzir a ingestão de gorduras, essa é a melhor opção para passar no pão. Mas mão é recomendável para uso culinário.
Ma nteiga – Feita de gordura de origem animal (por ser um derivado do leite), ela é rica em gordura saturada e colesterol, por isso deve ser consumida com bastante moderação. Ela também é rica em vitamina A.

Muitos têm mais gordura boa do que ruim:
A gordura tem um papel importante no organismo. Ela ajuda na absorção de vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K) e minerais, e, ainda, fortalece as paredes das artérias. Assim, modere o consumo, mas não exclua da sua dieta. Você deve, sempre que possível, optar pelas gorduras mais saudáveis. A gordura saturada, por exemplo, deve ser evitada ao máximo. Já a poli-insaturada até ajuda a diminuir o nível de colesterol no sangue, então, pode ser consumida com menos culpa. Em se tratando de creme
vegetal e margarina,  há mais gordura boa que ruim – o que não é o caso da manteiga.

sexta-feira, 24 de junho de 2011

FRANGO NÃO CONTÉM HORMÔNIOS INJETADOS!!!!

Olá pessoal!!! Demorei para fazer esse post, mas não posso mais adiar. Venho desmistificar um fato que para muitos, pode ser até decepcionante, pois a muito tempo se ouve falar do"frango marombado".
Posso afirmar que todos podem consumir a carne de frango, se o consumo depender da presença ou não de hormonio.

 O fato é o seguinte:Na esteira de um sistema produtivo em que aves vivem cerca de 45 dias entre sair do ovo e ir ao abate, o mito do uso de hormônios de crescimento na avicultura ganhou força. Spams alertam sobre o risco de puberdade precoce em crianças. De leigos a médicos, não é raro encontrar quem cite o "frango cheio de hormônio" como um potencial perigo à saúde.
Os especialistas garantem que o medo do hormônio não passa de um mito. "É um grande mal-entendido. Não existe nenhuma possibilidade de haver uso de hormônio em frangos de corte. Os animais não respondem a essa substância, e ela não é viável economicamente", explica a professora Andréa Machado Leal Ribeiro, coordenadora do laboratório de nutrição animal do departamento de zootecnia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

O pesquisador da Embrapa Suínos e Aves (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) Gerson Scheuermann diz que, como qualquer outro animal, os frangos têm hormônios naturais. "Mas não são usados hormônios exógenos na criação", afirma o agrônomo, doutor em produção animal.

Melhoramento genético

Segundo os pesquisadores, o melhoramento genético feito durante décadas é um dos grandes responsáveis pelo maior ganho de peso em pouco tempo.

De acordo com matéria publicada na  revista Terra Brasil  de nº 3 e com a Assessoria de Imprensa do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – MAPA, quem também desmistifica a aplicação de hormônios exógenos em frangos é o veterinário Leandro Feijó, da Secretaria de Defesa Agropecuária, do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SDA/Mapa). “O tempo de vida do animal até o abate inviabiliza qualquer tentativa de utilização de hormônios nesta espécie, assim como  o tempo suficiente para a sua atuação no organismo”, defende.

Feijó coordena o Plano Nacional de Controle de Resíduos e Contaminantes (PNCRC), que monitora, continuamente, a presença de medicamentos veterinários de uso proibido no País em carnes, incluindo hormônios. Ele explica que, nos últimos quatro anos, foram realizadas mais de 2,8 mil análises em frangos e atesta: “a partir dos resultados obtidos, a conclusão é de que não há indícios da utilização dessas substâncias nas carnes de aves consumidas pela população brasileira e exportada a mais de cem países”.
A carne de frango, devido a características como praticidade na compra e no preparo, tem uma grande representatividade no mercado mundial. No Brasil a produção de pintos de corte equivale cerca de 12% da produção mundial e coloca o país como o principal produtor do mundo no setor.  Por esta razão, Sulivan afirma que a indústria brasileira não poderia correr o risco de “ter seu produto condenado”.
Mais um motivo de dúvidas entre os consumidores é a utilização de antibióticos que, normalmente incorporados às rações dos animais, poderiam com o tempo provocar a resistência no corpo humano a determinados medicamentos. Mas, estas afirmações também seriam exageradas pois, embora a utilização de antibióticos para melhora de desempenho ou com objetivo terapêutico  sejam permitidos, existem regras rígidas a serem seguidas pelo o setor. Além da forte fiscalização realizada pelo MAPA.

 Portanto queridos leitores, podem consumir frango a vontade (de preferencia sem a pele). Caso apareça alguma análise feita por instituição séria e idonea que comprove a utilização de hormonio em frango, posso dizer que ele existe. Mas por enquanto, nada foi encontrado.


Bom apetite para todos e sem medo!!!!

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Adultos devem tomar leite?

Esse assunto é bem polêmico, já que os seres humanos são os únicos mamíferos que se alimentam do leite depois de adulto. Pensando dessa forma, também podemos pensar que dos mamíferos somos um dos que vivem mais. as mulheres na menopausa necessitam de cerca 1200mg de cálcio por dia para reduzir o risco de osteoporose, sendo o leite a principal fonte de cálcio absorvido por meio da alimentação, respondendo por 70% do total ingerido pelo homem desse mineral. As mães enquanto estão amamentando precisam de reposição de cálcio ou acabam retirando-o do próprio organismo, lembrando que a falta do mineral pode causar problemas nos ossos como osteoporose, osteopenia e osteomalase.
O que não faltam são motivos para beber leite todos os dias. Além de fundamental para o processo de crescimento, o leite é o alimento com a maior concentração de cálcio (mineral essencial para a formação dos ossos) e um dos mais ricos em proteínas. Por isso, o Ministério da Saúde, a OMS (Organização Mundial da Saúde) e tantas outras organizações internacionais recomendam três porções diárias de leite ou de lácteos, como iogurte, queijo ou bebidas à base de leite.
Além disso, a bebida é ótima para hidratar, o que a torna uma companheira ideal neste verão de tão altas temperaturas. A nutricionista da Láctea Brasil, Licínia de Campos, listou 10 motivos que provam que o produto é um alimento essencial. Anote e beba:
1. Leite e derivados são essenciais para a dieta humana.
O leite tem entre seus componentes nove nutrientes essenciais, entre eles cálcio, vitamina A, vitamina D, proteínas e potássio. Estudos demonstram que os produtos lácteos, quando consumidos como parte da dieta saudável, incrementam a qualidade alimentar e nutricional e ajudam a diminuir o risco de osteoporose, hipertensão, obesidade, câncer de cólon e síndrome metabólica.
2. Leite e derivados ajudam a construir ossos fortes.
O mix único de nutrientes contribui para maximizar a densidade óssea e retarda a perda óssea conforme ficamos mais velhos. A associação positiva entre o cálcio dos produtos lácteos e a saúde óssea foi bem estabelecida por décadas de estudos clínicos.
3. Leite e derivados ajudam a manutenção do peso.
Os guias alimentares recomendam o consumo de três xícaras de leite semidesnatado ou desnatado ou de produtos derivados a cada dia como parte de uma dieta saudável. Os guias também estabelecem que adultos e crianças não devem evitar leite e derivados por receio de esses produtos conduzirem a ganho de peso. Juntos, leite, queijos e iogurtes fornecem componentes únicos de nutrientes essenciais, os quais auxiliam a incrementar a qualidade da dieta, auxiliando mesmo a perda e a manutenção de peso.
4. Leite e derivados ajudam a reduzir a pressão.
Os laticínios estão entre os maiores contribuintes de cálcio, potássio e magnésio, e já demonstraram ajudar a reduzir a pressão sanguínea. Um estudo governamental de grande escala chamado Dash (Dietary Approaches to Stop Hypertension) descobriu que dietas balanceadas, hipolipídicas, ricas em frutas, hortaliças e laticínios de baixo teor gorduroso podem ajudar a reduzir a pressão tão efetivamente quanto os medicamentos.
5. Intolerância à lactose e alergia ao leite são condições muito raras e não devem levar à restrição do consumo.
Infelizmente, alguns indivíduos experimentam sintomas adversos após a ingestão do leite. Intolerância à lactose e alergia à proteína do leite são causas comuns dadas para a eliminação do leite e outros laticínios da dieta. No entanto, existem múltiplas razões, além das duas acima citadas, que produzem efeitos semelhantes aos provocados por estas patologias. A falha na compreensão das reações aos alimentos pode levar a restrições alimentares, deficiências nutricionais e, embora raras, consequências mais sérias. Por este motivo, é importante que a confusão e as falácias sobre intolerância à lactose e alergia à proteína do leite sejam bem colocadas sob o ponto de vista científico. Na verdade, intolerância à lactose não significa intolerância aos laticínios. Pesquisas demonstraram que a maioria das pessoas intolerantes à lactose pode desfrutar de até duas xícaras de leite por dia, particularmente se consumidas em refeições. Outras dicas para redução dos sintomas incluem o consumo de queijos maturados, naturalmente pobres em lactose, e a ingestão de leite isento de lactose.
6. Leite e derivados são as fontes de cálcio mais biodisponíveis.
Nem tudo que se consome é absorvido ou utilizado pelo nosso organismo. O processo digestivo destrói e degrada nutrientes antes que o organismo possa utilizá-los. Os nutrientes realmente absorvidos no nosso sistema são chamados de biodisponíveis. Alguns tipos de alimentos consumidos em conjugação com outros (ou seja, a harmonização nutricional dos ingredientes) torna-os mais biodisponíveis. Por exemplo, o cálcio. Ele é encontrado em maiores ou menores concentrações, dependendo do alimento analisado, sendo geralmente mais abundante e biodisponível no leite bovino e seus derivados. Embora outros alimentos tenham teores razoáveis de cálcio, sua absorção pode ser bastante variável. Mesmo que alguns tipos de plantas sejam ricos em cálcio, como a família das couves (brócolis, acelga, repolho, mostarda e folhas de nabo), alguns componentes estão presentes inibindo a absorção do cálcio.
7. Leite é um alimento seguro.
Com o aumento do consumo e da produção do leite, surgiu a necessidade de aprimoramento de técnicas e de higienização na obtenção, no transporte e na conservação do leite, com o objetivo de garantir um produto limpo e saudável e com maior tempo de conservação. Por isso, atualmente existem inúmeros processos realizados no leite para melhorar sua qualidade e aumentar sua vida útil na prateleira.
8. Leite e derivados diminuem o risco de câncer de mama e de cólon.
O ácido linoleico conjugado (CLA), presente no leite, retarda o desenvolvimento de tumores mamários em animais. As mulheres pós-menopausa, com altos níveis de CLA no sangue e de tecidos adiposos, têm 70% de chances de minimizar o câncer de mama. Igualmente, o consumo incrementado de leite e derivados demonstrou diminuir o risco de câncer de cólon em ambos os sexos em 40%.
9. Leite e derivados: tratamento natural para síndrome pré-menstrual (TPM).
Os estudos mostram que mulheres com TPM parecem ter anormalidades no metabolismo do cálcio. Quando essas mulheres ingerem de 1.000mg a 1.300mg de alimentos ricos em cálcio, tais como leite, experimentam melhoras significativas no humor, no comportamento, nas dores e nos inchaços durante o ciclo menstrual.
10. Leite e derivados ajudam a manter a dentição por toda a vida.
As crianças aprendem que o cálcio do leite ajuda a construir dentes mais fortes. Mas poucos sabem que as proteínas do leite e dos queijos combatem a formação da placa dentária e ajudam a revestir os dentes, diminuindo a quantidade de carboidrato fermentável na boca e o risco de cáries dentárias.

 Bebida de soja substitui o leite?
Para muitas pessoas, a bebida à base de soja tradicional (sem adição de frutas e com aspecto leitoso) pode ser considerada uma substituta ao leite. A PRO TESTE decidiu testar esses produtos para saber se são tão benéficos à saúde quanto se imagina.Ao analizar as quantidades de cálcio e de proteína presentes nesses produtos, constatou-se que esta substituição não é adequada.Num copo de 200 ml, a bebida de soja tradicional apresenta apenas 40 g de cálcio e 4 g de proteína. Já no leite integral,esses valores saltam para 270 g e 6 g. Ao comparar os nutrientes do leite aos das bebidas de soja sabor maçã, observou-se que, em média, as marcas testadas também apresentam baixo teor de cálcio em comparação ao leite. E o que chama mais atenção é a presença de ainda menos quantidade de proteínas do que a bebida de soja tradicional: 1,18 g. Isso porque, nessas bebidas, é adicionado o suco concentrado e reduzida a quantidade de soja. Esses dados não querem dizer que as bebidas de soja não são recomendáveis, mas sim, que não servem como substitutas do leite. Por isso, quem tem o hábito de tomar bebidas de soja precisa incorporar à dieta diária outros alimentos ricos em proteínas (carnes, ovos e, para os vegetarianos, soja em grão) e em cálcio (leite e derivados – sobretudo os
desnatados, mas apenas para quem não tem intolerância ou alergia à lactose –, agrião, brócolis, espinafre, chicória e sardinha em lata).

Direitos de consumidor

Hoje eu vou falar diretamente para quem é consumidor e não suporta ser passado para trás. tem uma revista que deveria ser de conhecimento geral, mas infelizmente não é... A PROTESTE é uma entidade civil sem fins lucrativos, apartidária, independente de governos e de empresas, e tem como objetivo A DEFESA DO CONSUMIDOR NO BRASIL.Eu sou assinante da revista e sempre recorro ao site quando tenho dúvidas a respeto de qual produto escolher com relação a qualidade do mesmo. Vou postar sempre que tiver algo interessante a respeito de testes feitos com alimentos.
http://www.proteste.org.br/. Além da revista ser tudo de bom para os consumidores interessados, ainda dão brindes bacanas ao assina-la (e não é caro). Porém, mesmo sem assinar, podemos entrar no site para conferir.

terça-feira, 3 de maio de 2011

A culpa é do salitre!!!!


Sujeito entra em um retaurante, come aquele prato recheado de alimentos geralmente gordurosos, tomando aquele refrigerante para acompanhar ou um suquinho... Depois da refeição se sente estufado e desconfortável... Aí vem a clássica frase: “aqui eles usam salitre, com certeza... Estou me sentindo muito estufado...”
Para entendermos melhor o tal “salitre” vamos conhecê-lo um pouco.
O que é salitre?
Também conhecido como nitrato de potássio (KNO3), o salitre é uma substância mineral normalmente extraída do solo. Tóxico em seu estado natural, a substância (também chamada de salito em alguns lugares) é usada como componente da pólvora, em combustíveis de foguetes amadores, fogos de artifício, bombas de fumaça e até em fertilizantes.
Depois de ser purificado quimicamente, o salitre é utilizado pela indústria alimentícia principalmente na fabricação de embutidos (como salames e charque) com o objetivo de evitar a proliferação de bactérias causadoras do botulismo.
Existe o mito de que alguns restaurantes utilizam salitre como tempero em vez do sal de cozinha. Isso não é verdade, já que o sal de cozinha é um produto de custo muito baixo e facilmente encontrado no mercado; enquanto o salitre para uso em alimentos praticamente não está disponível para o consumo não industrial.
 Ocorre que preparo de grandes quantidades de alimentos nos restaurantes precisa ser feito em panelas de autoclave, sistema de vapor que incorpora os gases à comida, provocando assim uma sensação de maior saciedade e estômago cheio após a refeição, que as pessoas acabam atribuindo ao uso do salitre.
Segundo pesquisas internacionais, o consumo de grandes quantidades de salitre poderia causar câncer gástrico, distúrbios em mulheres grávidas e nos bebês, ter efeito nocivo à corrente sanguínea. A Anvisa, porém, não faz qualquer consideração a respeito do salitre por restaurantes simplesmente porque considera o uso da substância proibido e/ou inexistente. A entidade apenas sugere que, em caso de desconfiança sobre algum estabelecimento, que ele seja denunciado junto ao órgão municipal de fiscalização sanitária.

sábado, 30 de abril de 2011

VOCÊ SABIA QUE...

Nos rótulos dos alimentos, os ingredientes seguem uma ordem decrescente de quantidade
utilizada? Por exemplo, os refrigerantes, de um modo geral, são compostos principalmente por água e açúcar, seguidos de conservantes e corantes químicos. Portanto, ao escolher os alimentos, não leve em conta apenas preço. Temos que adquirit o habito de ler os rótulos e compara-los. Por exemplo, podemos escolher uma geléia pela quantidade de frutas e açucar. Se açucar estiver em primeiro lugar na 
lista de ingredientes, escolha outra que frutas esteja em primeiro lugar.
Isso vale para todos os alimentos e bebidas. Estejam atentos aos rótulos...

sexta-feira, 29 de abril de 2011

SAL REFINADO X SAL MARINHO

 Fui ao supermercado hoje, e fui abordada por uma senhora simpática que me perguntou a diferença entre o sal marinho e o sal refinado (de cozinha). Achei bacana postar, pois isso é dúvida para muitos. Pelo fato do sal marinho ser mais caro, será que ele é realmente diferente ou é apenas"jogo de marketing", como fui questionada Vamos ás comparações:

Sal refinado: como o próprio nome diz, passou por um processo de refinamento, onde através da adição de substâncias químicas são branqueados e ficam mais soltinhos. Sua aparência fica melhor, mas não seu aspecto nutritivo. É que neste processo, muito de seu valor nutricional é perdido, além disso muitas das substâncias químicas anteriormente adicionadas permanecem no produto final. Daí que o consumo do sal marinho, o sal in natura, é muito mais saudável.

Sal Marinho e Sal Mineral
O Sal Marinho Natural contém cerca de 84 elementos, dentre eles: iodo, enxofre, bromo, magnésio, cálcio, etc. os quais são perdidos durante o processo de refinamento. Com relação ao iodo, como nossa alimentação é pobre nesse mineral, ele deve ser acrescido na industrialização do sal refinado, no sal marinho e mineral, ele está presente naturalmente. O sal mineral apenas difere do marinho, quanto à sua fonte, pois enquanto o primeiro é obtido a partir da evaporação da água do mar, o sal mineral é extraído de minas subterrâneas.
Como percebemos, o melhor é o sal marinho mesmo, porém, deve ser consumido com moderação, como o sal refinado.

quinta-feira, 28 de abril de 2011

SUCO VIVO: O QUE É?


Cada vez mais, hoje em dia, fala-se dos beneficios da alimentação viva, na qual se consomem alimentos vegetais em sua forma mais potente e exuberante, ou seja, sem que nenhum processo físico ou químico destrua a ação de seus nutrientes, enzimas e elementos nutracêuticos. Nessa maneira de preparar os sucos, que inclui sementes em plena germinação, que acrescentam grande vitalidade e poder à alimentação, o sucos vivos ocupam um lugar de excelência. Esses néctares da natureza são bebidas extremamente nutritivas, que podem substituir ou complementar uma refeição.
          Completos e abundantes em seu poder alimentar, realizam uma verdadeira limpeza e desintoxicação do organismo, revitalizando-o e melhorando sua energia e imunidade.
           Por isso, devemos consumir o suco vivo.